
O escritor é argentino. Altamente recomendado por um sujeito da estatura do Roberto Bolaño. Os três capítulos iniciais são de tirar o fôlego - bem escritos, um texto direto, ágil, sem papas, frescura zero, imagens a mil. Enfim: um prazer, como sempre é prazer quando sou apresentado a escritor que desconheço.
Quando terminar a leitura, falo sobre o livro. Mas calma: o tijolão tem 488 páginas e eu tenho uma dissertação para terminar e alguns frilas por aí para concluir e entregar. Além do meu trabalho regular, de oito horas. "Quem mandou estudar", perguntaria, Julio, amigo de humor inteligentíssimo.
Resumo do post: estou feito pinto no lixo, feliz por ter encontrado escritor a) bom e b) até hoje desconhecido para mim.
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